Sábado, Abril 17, 2004
Strip, Lap Dance e outras dancinhas sexies!
Eu, desde que me entendo por gente, gosto de dançar. Comecei aos cinco anos. Bom, na verdade, comecei a dançar quando meus pais, depois de muito choro, decidiram comprar um toca discos ultra mega moderno só pra mim. Só assim, aos quase quatro anos, me dediquei com afinco à essa prática.
No começo dançava pela diversão, ficar pulando junto com as amigas, me sentindo A popstar, era tuuudo de bom! Depois descobri as sapatilhas, pontas de pé, dores musculares, carne viva... porém não deixei de sentir prazer em cada segundo desses meus contatos mais dolorosos com a música.
Mas, definitivamente, a minha melhor descoberta nesse mundo foram as danças sensuais, que descobri com a dança do ventre, muito antes da modinha da novela. Foi aí que descobri que, pra dançar, não adiantava só o carisma, tive que inventar várias formas de sedução (diferentes das que aplicava nos relacionamentos) para manter os espectadores encantados do começo ao fim. Para isso, sempre testava minhas caras, bocas e olhares com o namorado do post anterior.
Daí nasceu a Lap Dance. Pra quem não sabe, lap dance é aquela dança particular em que o dançarino interage com o espectador, que está sentado, mas não o contrário. Quem dança pode tocar, beijar, rasgar a roupa do outro... e quem está sendo privilegiado com esta performance tem que se contentar a assistir a provocação sem encostar um dedinho sequer no dançarino. Pelo menos a teoria é assim. A prática não engloba tantas regras... ainda bem! Essa prática me rendeu várias coisas legais, tirou as inibições que ainda restavam nesse corpo, me fez mais mulher, mais bem resolvida... ou seja, só trouxe coisas boas.
Resolvi me aprofundar. Entrei de cabeça no Strip, me matriculei num curso (que faço até hoje), e deixei meu último namorado (que hoje é uma espécie de amante) nadando nas nuvens da libertinagem! Já até dei uma aulinha particular pra ele onde tenho minhas aulas... e foi uma delícia!
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