Sexta-feira, Janeiro 30, 2004
Escada para que te quero!
Namorei um menino que adorava "namorar" na escada do prédio dele. Transávamos em pé (já que tínhamos mais ou menos a mesma altura), transávamos sentados no degrau da escada, transávamos debruçados no corrimão da escada, transávamos de mil e uma maneiras diferentes (eu poderia ter lançado um cama sutra só para posições na escada). Foi um ano namorando na escada. Ainda mais que o lugar que eu menos gosto de transar é na cama. Mas teve uma vez que uma criança resolveu aparecer do nada! Juro para vocês que eu não sei de onde ela veio! Era um menino, devia ter uns 10 ou 11 ano e presenciou aquela cena. O garoto começou a chorar e a gente vestindo a roupa. Meu ex falou pra mim "Aguenta as pontas aí que eu já volto". E me largou sozinha com a criança chorando na escada! Tentei fechar a boca da criança, tentei fazer palhaçada para ela rir, mas nada funcionou. E eu só conseguia pensar: "Cadê aquele cachorro que me deixou aqui sozinha com essa abacaxi?". Quando surgiu o meu ex com um saquinho de balas e pirulitos e deu para o menino. A criança adorou! Até hoje não acredito que isso tenha funcionado.
Postado por Saffa Dinha, em 6:09 PM
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Segunda-feira, Janeiro 26, 2004
Quando foi que eu perdi?!?!?!
Ontem bati um papo com uma priminha de 14 anos sobre sexo. Eu sou daquelas que tem uma opinião pra tudo nos assuntos "obscuros"da família. Então ela veio me procurar, fez milhões de perguntas: Dói? Tem que colocar os dedos primeiro? Vai sangrar? Como é que eu faço sexo oral? E o interrogatório foi longe... até eu descobrir que a danadinha já tinha feito de tudo e só queria mesmo saber se eu tinha uma técnica pra não morder o pênis do parceiro durante o sexo oral. Aí eu fiquei imaginando o sofrimento do namoradinho dela de 16 anos... Técnica eu não tenho... Tem gente que já nasce sabendo.
Depois dessa conversinha fiquei lembrando dos meus tempos de "recém-iniciada" e das inúmeras dúvidas que tinha. Mas, com certeza, a maior e mais tempestuosa delas era não saber quando exatamente eu tinha perdido a virgindade. Os primeiros contatos mais explícitos que tive com sexo foram as sessões de filme pornô que aconteciam no apartamento da vizinha. Ela tinha a minha idade. Pegava os filmes do irmão mais velho e passava para um monte de amiguinhos assistirem. Ei, filme não tira virgindade, certo?! Mas foi depois de uma sessão dessas que a língua do irmão da minha vizinha passou por lugares jamais antes explorados. Isso foi quando eu tinha, digamos, pouquíssima idade. E continuou por alguns anos, em segredo, até que eu arranjei o primeiro namoradinho. Da língua pros dedos foi um pulo! Um, dois, três, quatro... E mais uma cervejinha pra relaxar... Sangrei. Eu pensava: "Ah, é só um pedaço de carne... que se dane essa m**** toda"! Continuei com o namorado por uns três meses até que ele mudou de cidade. Tempos depois (mais de um mês, menos de um ano), numa festinha no salão de festas do meu prédio, escolhi um alvo. Levei o sujeito pro meu apartamento e... transamos, eu acho. Estava tão bêbada que não senti absolutamente nada. Só me preocupei com a camisinha e deixei ele fazer o resto. Deve ter sido uma merda. Tecnicamente, foi aí que eu perdi a virgindade (se é que perder a virgindade é ter um pênis dentro da vagina pela primeira vez).
Mas, idealizações de menina ou não, queria fazer sexo pela primeira vez de forma consciente. E foi aí que eu transei com um judeu horroroso num banheiro químico. Aquilo sim foi uma arte (não no sentido belo da palavra).
E cada vez que minhas transas não eram como as de novela eu me impunha uma virgindade imaginária. Até que o príncipe apareceu e eu fui feliz eternamente enquanto durou.
Então... quando eu era mais nova, chegava a perder o sono por causa dos cinco ou seis homens que, supostamente, teriam tirado minha virgindade. Mas, sabe como é, isso passa. A maior lição que tirei disso tudo foi: Relax and enjoy!!!
Porque nem tudo que é bom tem que durar pouco...
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